ESTÉTICA DENTAL
 
ESTÉTICA DENTAL
Clareamento dental

Realizado com substâncias químicas, o clareamento dental modifica a cor do dente. O principal ingrediente que age neste tipo de tratamento é o oxigênio, que é proveniente do peróxido de hidrogênio ou peróxido de carbamida.
O uso da técnica correta para este de procedimento clínico na cavidade bucal é essencial para sua melhor eficácia.
Um criterioso exame clínico e radiográfico deve ser realizado antes de iniciar o clareamento, para verificar possíveis fatores como cáries e infiltrações, que poderão influenciar na sensibilidade dental durante ou após a aplicação da técnica clareadora.
Com a idade, os dentes escurecem e isso ocorre porque o esmalte se desgasta, tornando a dentina (tecido que está por baixo e que determina a coloração dental) mais visível. A dentina vai se tornando mais densa, o que deixa os dentes mais escuros. O consumo constante de açaí, café e outros alimentos e bebidas que possuem em sua composição grandes quantidades de corantes, naturais ou artificiais, interferem na pigmentação, assim como fatores genéticos e má higiene. Além disso, o uso de tabaco e até de alguns medicamentos influencia a tonalidade.

Contraindicações do clareamento dental

As principais contraindicações do clareamento dental são: Pacientes menores de 15 anos Mulheres grávidas Pacientes com cáries Pacientes com restaurações defeituosas ou problemas na gengiva Pessoas com expectativas além da realidade Pessoa alérgica aos complementos do agente clareador.

Próteses

Os dentes exercem importantes funções na mastigação, fala, respiração e na estética facial. Por serem tão essenciais, seu bom funcionamento é necessário para nossa saúde e bem estar. Quando um ou mais dentes são perdidos, as próteses dentárias assumem o papel para garantir o contínuo desempenho. Para suprir perdas dentárias, existem também vários tipos de próteses que podem ser indicadas para a condição de cada paciente.

Prótese total

A prótese total, que popularmente é conhecida como dentadura, é indicada para pacientes totalmente desprovidos de seus dentes naturais e é feita com base na anatomia da boca e do maxilar da pessoa. Como ela só fica apoiada na mucosa, ou seja, na gengiva, pode ser retirada e recolocada novamente na boca. Ela é colocada na boca depois que os dentes remanescentes foram extraídos e os tecidos cicatrizados. As etapas de confecção da prótese devem ser aprovadas pelo paciente e pelo dentista, desde a cor, formato e tamanho dos dentes que serão utilizados. É interessante que o paciente apresente fotos que mostrem como eram seus dentes para que se tenha um parâmetro na confecção do aparelho.

A reprodução dos dentes e da gengiva usada neste tipo de prótese é feita com resina.

Prótese total imediata

A prótese total imediata é instalada imediatamente após a extração dos dentes remanescentes. O dentista tira as medidas e faz as moldagens dos ossos. Elas precisam ser reajustadas nos meses subsequentes após a sua instalação. A razão para isto é que o osso no qual os dentes estavam inseridos sofre uma mudança após a cicatrização, fazendo com que a prótese fique sem estabilidade.

Prótese parcial fixa

A prótese parcial fixa, normalmente, é indicada quando a pessoa perdeu um ou mais dentes naturais, com um espaço protético não muito grande e que tenha pelo menos dois dentes que podem ser usados como suporte - um posterior e um anterior ao espaço protético. O mais comum é que elas sejam feitas de metal com porcelana e que substituam um, dois ou até seis dentes naturais.
Muitas vezes a prótese fixa precisa ser feita sob implantes.

Prótese parcial removível

Popularmente conhecida como ponte móvel, consiste em uma estrutura metálica que se apoia nos dentes naturais e rebordo (osso e tecido). Algumas vezes, são colocadas coroas sobre alguns dos dentes naturais, que servem como apoios para a prótese. Ela pode ser removida para uma melhor higienização.
São indicadas quando há múltiplos espaços desprovidos de dentes naturais na mesma arcada dentária, quando o espaço sem dentes está intercalado com dentes naturais, quando há dente remanescente anterior a este espaço, mas posterior não ou quando o espaço protético é muito extenso, contraindicando a prótese parcial fixa.
Neste tipo, há a manutenção e preservação da integridade dos dentes remanescentes, já que necessitamos de um preparo mínimo sobre a superfície destes dentes que estarão vizinhos e servirão de suporte ao dente protético.

Durabilidade das próteses

Durante certo período de tempo, a prótese precisará ser reajustada, refeita ou recolocada devido ao desgaste normal. Recolocar significa fazer uma nova base, mantendo os dentes existentes na prótese. Com o passar do tempo, a boca muda naturalmente. Estas mudanças fazem com que a prótese fique solta, dificultando a mastigação e irritando a gengiva. Uma consulta ao dentista deve ser feita pelo menos uma vez ao ano, para uma avaliação. Próteses não devem ser utilizadas por mais de cinco anos.

Coroas

O procedimento para colocação de uma coroa dentária consiste em duas fases, pelo que o paciente terá dois tipos de coroas: provisórias e definitivas. As temporárias são utilizadas durante um curto espaço de tempo, no qual a adequação do paciente para o tratamento é verificada. Além disso, durante este período, são fabricadas as coroas definitivas.

Segundo o material com que são fabricadas e a finalidade para a qual são colocadas, existem diferentes tipos de coroas dentárias.

A combinação mais habitual é a de metal e porcelana. Este tipo de coroa combina a resistência e durabilidade do metal (na parte interior da coroa) e a estética natural (exterior da peça de porcelana).

A coroa em porcelana sobre zircônia é a técnica sem metal mais versátil.

Coroas dentárias em resina sobre metal é o preço mais em conta do tratamento, mas a durabilidade destes dispositivos é apenas razoável.

A escolha do melhor tipo de coroa depende da avaliação do quadro do paciente.